Professor Almir de Carvalho – Momento para refletir!

por Professor Almir de Carvalho

Simplicidade da vida 

É muito bom sentir a simplicidade da vida! O seu movimento natural envolvendo tudo num ciclo de ação e reação. Desde o principio, a vida se mantém fiel ao ciclo evolutivo com as transformações do mais grosseiro ao mais sutil.

Se compararmos a vida hoje com a era dos dinossauros, veremos que houve um refinamento das estruturas do físico e da consciência. Cada vez mais foi preciso haver uma lapidação do corpo para manter a sobrevivência das espécies e o surgimento de outras.

O homem, a principio bruto, disforme, utilizava a força física para sobreviver até que precisou estimular o pensamento para facilitar a sua vida. Neste processo, que levou milhões de anos, seu corpo ficou mais frágil para dar lugar à capacidade de pensar, sendo, o pensamento, a sua maior ferramenta de sobrevivência.

Através do pensamento tornou-se possível ter a noção do Eu, a identificação consigo mesmo e com os outros.

Esta capacidade também foi se refinando com o passar do tempo até tornar-se altamente elaborada como hoje a conhecemos. Embora esta capacidade de pensar que só existe no homem seja uma vantagem, nem sempre ela é utilizada de maneira positiva. Aliás, o positivo e negativo são bastante confusos na mente humana porque, o que é positivo para uns pode ser negativo para outros. Além disto, o homem utiliza a sua maior arma, que é o pensamento, de forma a destruir a si mesmo e ao outro.

A crença de que eu sou melhor do que o outro; as brigas religiosas; o preconceito; o poder cego; o egoísmo e a ganância, fazem com que o homem trate o seu semelhante como inimigo. Nenhum outro animal da natureza é capaz de tamanha atrocidade para com o seu semelhante, salvo algumas pequenas exceções que são explicadas pelo equilíbrio das espécies.

A mente e a capacidade de pensar, libertou o homem de suas amarras animais e o aprisionou em suas próprias convicções e doenças. Agora, o homem vive um grande desafio, que é desenvolver a consciência do amor. Ele precisa aprender a lidar com sua própria mente e torná-la eficiente na manutenção da saúde e na compreensão do amor.

Ele precisa perceber que todos são iguais e tem as mesmas necessidades.

Desta forma, o homem poderá estimular a sua capacidade de ter compaixão e fazer de sua vida grande expressão do pensamento e do amor. Se Jesus e outros grandes mestres, vieram a este mundo e ensinaram o amor, porque o homem pratica o ódio com os seus semelhantes?

Onde está o erro na compreensão dos grandes ensinamentos que estimulou o ódio ao amor? Vamos pensar a respeito, mudar nossos conceitos e praticar o amor antes que seja tarde. Um abraço a todos.

Namaste

Almir de Carvalho

Artigo já publicado na coluna Yoga de Amir de Carvalho, no jornal Folha Do ABC. 


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Contatos e mais informações sobre o Almir no site: http://www.reabilitaac.com.br

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